"Speak softly and carry a big stick" Theodore Roosevelt

.posts recentes

. ...

. Subtilezas

. O Incrível Hulk

. Quando a Arte era Arte 4 ...

. Stars

. Às escuras

. Al Capone

. Anda tudo maluco

. I beg your pardon?

. Não, não é estranho

.arquivos

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

Quarta-feira, 25 de Março de 2009

A importância de se chamar Ernesto (Guevara)

 

Isto é o que acontece quando os jornalistas não se limitam a papaguear banalidades. Isto é o que acontece quando os actores bem-pensantes de Hollywood são sujeitos ao contraditório.

Se fosse um jornalista português, provavelmente, limitava-se a perguntar se Benicio já tinha estado em Portugal, se tinha gostado da comida e do clima e se sabia algumas palavras em português.

publicado por bmptavares às 01:25
link do post | comentar | favorito
5 comentários:
De Farroscal II a 26 de Março de 2009 às 14:26
Mas, tem que se reconhecer que ela também foi mázinha eheheheheh
De inframodal a 28 de Março de 2009 às 17:00
Parabéns, muito bem instrumentado pela extrema-direita cubana residente em Miami, no seio da qual pontificam saudosistas do regime de pernas-abertas do facínora Batista, nicho de traficantes de droga, armas e mulheres, assassinos a soldo das milícias para-militares altamente treinadas e financiadas por Republicanos muito bem posicionados...

Pergunta: Um Povo na demanda da sua independência e auto-determinação não tem o direito de fazer ajustes e, ocasionalmente, cometer excessos? Ou preferiam uma Cuba ordeira e obediente, à imagem de um Porto-Rico (donde o sr. Del Toro é natural), de um Panamá ou da famigerada Nicarágua, para sempre conspurcada pelas patas dessa bela organização que dá pelo nome de CIA, gente boa, certamente...

Creio que a sra jornalista, inquestionavelmente bela, para lá de um cabelo muito bem lavado, deixou que a lavassem um pouco mais por dentro; mas ela não tem culpa, é apenas mais uma vítima de um sistema de pensamento que nega evidências e cria outras em seu lugar.

Para finalizar, sr. Tavares, deixe lá o Beckett no seu lugar, que o Ernesto era outro, não o De La Serna!
De Anónimo a 29 de Março de 2009 às 12:55
Quem são as "milícias para-militares altamente treinadas e financiadas por Republicanos muito bem posicionados"?

Porto Rico tem votado democratica e regularmente para manter o status quo em relação aos EUA. Mas talvez precisem todos de fazer uma deslavagem política nalgum capo criado para o efeito.

"Um Povo na demanda da sua independência e auto-determinação não tem o direito de fazer ajustes e, ocasionalmente, cometer excessos?"

Não, um "Povo" não tem direito a nada. As pessoas é que têm direitos. Mas o Che pelos vistos sabia melhor o que convinha ao "povo".

Cumprimentos,
Jacques de Molay

P.S.: Espero que não seja necessário fazer qualquer comentário negativo em relação ao regime de Batista para não passar por simpatizante de ditaduras criminosas (não comunistas).
Nem de apresentar discordância em relação a muitos aspectos da política externa americana na américa latina ao longo da últimas décadas.
De bmptavares a 29 de Março de 2009 às 17:12
Caro Inframodal,

No que diz respeito à política concordo plenamente com o comentário de Jacques de Molay.
Quanto ao título do post, reporta-se ao título de uma peça de Oscar Wilde (e não a Beckett).
De inframodal a 30 de Março de 2009 às 16:29
Sr. De Mollay , desde o episódio da Baía dos Porcos que se sabe muito bem quem são as milícias para-militares e quem as treina... é quase uma questão de senso comum.

Caro Tavares, perdoe a minha súbita ignorância. Já agora sugiro-lhe o filme do britânico Anthony Asquitt (1952) baseado na peça...

Comentar post

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Março 2010

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
12
13
14
15
17
18
19
20
21
22
23
25
26
28
29
30

.tags

. todas as tags

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds