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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

A Bomba do Irão

 

As Nações Unidas dizem que o Irão já tem a quantidade necessária de urânio enriquecido para produzir uma bomba atómica. A notícia é avançada esta sexta-feira pelo jornal «Financial Times» (FT).

 

O jornal escreve que o mais recente relatório da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) sobre o programa nuclear iraniano, entregue na quinta-feira, refere que o Irão já terá mais de uma tonelada de urânio enriquecido.

Só até Novembro, na fábrica da Natanz, o Irão já tinha produzido mais 200 quilos de urânio enriquecido do que estava estimado, num total de mais de quase 850 quilos. De acordo com o FT, entre Novembro e Janeiro, produziram-se mais 171 quilos.

De acordo com a AIEA o Irão continua, assim, as operações de enriquecimento de urânio, contrariando as indicações do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
 

(Este excerto foi retirado do portal IOL.)

 

Só me pergunto o que acontecerá daqui para a frente. Israel está prestes a ter um governo conservador (com possibilidade de integrar elementos da extrema-direita) que não costuma contemporizar com o Irão e os seus braços armados na Palestina. O que fará o Presidente americano? Obama enfrenta um desafio cada vez maior, tendo em consideração as suas declarações durante a campanha e as declarações da sua Secretária de Estado, relativamente à possibilidade do Irão ter a bomba nuclear. E o resto do Mundo? Que reacção terá a Europa? Estaremos dispostos a arriscar que uma bomba atómica fique nas mãos de um regime sem escrúpulos, liderado por um homenzinho celerado com ar de merceeiro dos anos 50?

publicado por bmptavares às 17:14
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5 comentários:
De inframodal a 20 de Fevereiro de 2009 às 17:34
Não me parece que Israel se queira meter com o Irão, o que é que lhe parece? Não seria, digamo-lo assim, uma luta desigual, coisa bem diferente daquilo a que eles estão habituados. Pergunta: - O ar de carniceiro do tal Benjamin Nethanyau não lhe faz também impressão?
De bmptavares a 21 de Fevereiro de 2009 às 20:56
Caro Inframodal,
O que eu queria dizer era o oposto. que o Irão se queria meter com Israel (afinal, não escondem que gostariam de o varrer do mapa). Quanto a Nethanyau: é a primeira vez que estamos de acordo. Neste momento, Tzipi Livni seria uma solução mais adequada...
De inframodal a 21 de Fevereiro de 2009 às 23:33
Só lhe pergunto se não é essa também a verdadeira motivação e natureza do estado israelita; varrer os outros do mapa, os ditos indesejados? De facto, a palavra democracia dá mesmo muito jeito...
De Anónimo a 22 de Fevereiro de 2009 às 13:59
Se assim for não se pode dizer que estejam a usar da maior eficiência possível...

Em todo o caso o Irão já anda em guerra por procuração com Israel há uma série de anos, no Líbano e em Gaza.
Um assunto pouco falado, mas que vai ser interessante seguir, é a reacção dos países árabes da região (adversários naturais do Irão quando não é necessário substituir este por Israel na retórica de modo a aplacar as opiniões públicas) à crescente proximidade da bomba iraniana, o que a concretizar-se lhe daria o estatuto de superpotência islâmica regional. Não me parece que a Arábia Saudita ou o Egipto andem muito felizes com o assunto.

Também é preciso acrescentar que, tal como organizações como o Hizbullah e o Hamas são peões do Irão, em certa medida também o Irão, ou mais propriamente a sua questão nuclear, é um argumento esgrimido por jogadores mais altos: a Rússia na discórdia com os EUA sobre o escudo anti-mísseis...

Um último apontamento, caro bmptavares, para dizer que quem manda no Irão não é o seu inenarrável presidente, mas sim o guia supremo e o seu conselho que podem arrumar na Ahmadinejad na prateleira se for necessário e se se sentirem confiantes para tal em relação à reacção das pessoas na rua. Será também interessante seguir a história da aproximação diplomática dos EUA, que certamente tentarão fazer um bypass ao presidente e passar a quem interessa.

Jacques de Molay
De anónimo a 12 de Dezembro de 2009 às 21:32
O gajo tem é ar de MRPP! Antes MRPP que merceeiro. No geral é uma raça desdenhosa e desprezível. Falo do merceeiro português. Pior só mesmo os padrecos e os gajos da PIDE. Muitos funcionários públicos também são particularmente viscosos. E os médicos do SNS.

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