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Domingo, 11 de Janeiro de 2009

Podia ficar por lá...

«Foi uma experiência muito impressionante, não tanto por causa das bombas que Israel continuou a lançar na zona onde estávamos, durante o período de tréguas, mas fundamentalmente pela forma como aquele povo reagiu», disse, destacando a «capacidade humana» dos habitantes locais em conseguir viver com as bombas, num «estado quase permanente de guerra».

O bloquista, que atravessou a fronteira palestiniana com outros sete elementos da delegação não oficial, mostrou-se ainda impressionado com a «felicidade» de crianças e mães ao «verem que alguém de fora tinha finalmente conseguido furar o bloqueio a que aquele povo está sujeito».

Durante o pouco tempo que esteve em Gaza, o eurodeputado assistiu à distribuição e racionamento de alimentos das Nações Unidas e ao transporte de doentes, explicando que os feridos mais graves estão a ser transferidos, «durante o período de tréguas», dos hospitais de Gaza para o Egipto.

Miguel Portas criticou ainda a ofensiva israelita em Gaza, considerando que «não é possível obter uma vitória militar para resolver o problema do Hamas», sobretudo porque em três semanas de ataques o conflito já provocou mais de 870 mortos.

 

Este excerto foi retirado do site da TSF. Estas declarações são do género "tragam-me um balde para vomitar". Senhor eurodeputado: a "capacidade humana de conviver com as bombas" deve ser a mesma capacidade que os faz explodir juntamente com as bombas, de forma voluntária. O estado de guerra quase permanente foi criado pelos próprios, nomeadamente, ao ritmo de 70 rockets por dia em cima de um país soberano. Depois, deve ter ficado concerteza confuso por causa da mudança de temperatura: se, por um lado, Israel continuou a lançar bombas durante o período de tréguas, por outro é essa a altura escolhida para evacuar os feridos graves (negritos meus). Sou só eu a notar aqui alguma inconsistência? Por fim, o problema do Hamas é existir. E para resolver esse problema só acabando com ele.

Para terminar: é pena que o excelentíssimo senhor eurodeputado não tenha sido tão lesto em visitar as vítimas israelitas. Sabe, aquelas que estão calmamente sentadas numa esplanada e, segundos depois, já não estão, porque um lunático lhes espalhou as emtranhas pelo chão?

publicado por bmptavares às 20:27
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