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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

O Humor é uma arma


What happens when a fly falls into a coffee cup?

The Italian - throws the cup and walks away in a fit of rage

The Frenchman - takes out the fly, and drinks the coffee

The Chinese - eats the fly and throws away the coffee

The Israeli - sells the coffee to the Frenchman, the fly to the Chinese, buys himself a new cup of coffee and uses the extra money to invent a Device that prevents flies from falling into coffee.

The Palestinian - blames the Israeli for the fly falling into his coffee, protests the act of aggression to the UN, takes a loan from the European Union for a new cup of coffee, uses the money to purchase explosives and then blows up the coffee house where the Italian, the Frenchman, and the Chinese, are trying to explain to the Israeli why he should give away his cup of coffee to the Palestinian.

 

Peço desculpa mas não tive paciência para traduzir isto. Poderão aceder a mais piadas através de:

http://www.aish.com/jewlarious/jokes.asp

 

 

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publicado por bmptavares às 14:15
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

O Silêncio dos Inocentes

 

Lê-se e ouve-se nos sítios certos (afastados das primeiras páginas e aberturas de jornais):

terroristas do Hamas "desviaram" milhares de cobertores e mantimentos que deveriam ser distribuídos pelos civis palestinianos, em Gaza. Fica à atenção daqueles que consideram um bando terrorista como um  movimento de resistência que defende o povo palestiniano. Suponho que roubar cobertores e comida aos desgraçados, serve apenas para os poupar do calor incómodo das noites de Gaza ou para os defender dos males da obesidade...

Na mesma linha de descrição mediática vem um desmentido da ONU: lembram-se de um tal sr. Gaylord (abstenho-me de trocadilhos fáceis) vir berrar para as televisões que instalações da ONU (uma escola, no caso) tinham sido atingidas pelos israelitas? Pois, afinal, não foram nada atingidas; o disparo foi feito para a rua perto da escola mas esta não foi atingida. 

 

publicado por bmptavares às 14:23
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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

O Massacre de Inocentes

Na última edição da revista Única que acompanha o jornal Expresso, vem mais uma inspirada e inspiradora crónica de Clara Ferreira Alves. Não costumo ler. Tenho este hábito estranho de me afastar de coisas que me causam náuseas. Pois desta vez, li. A coisa versava sobre a particular visão que a autora tem acerca do conflito no Médio Oriente. Diz a plumitiva que nós, no Ocidente, não nos emocionamos com  as imagens das crianças palestinianas mortas e que chegávamos mesmo a apelar ao massacre de inocentes, tudo no nosso cego ódio ao povo da Palestina. Dizia ela que era obsceno. De facto, é. Errou foi o alvo. Quem parece não nutrir muito afecto pelos pequenos são os "activistas" do Hamas. Mas a cara cronista diz que eles não usam as crianças como escudos humanos. Não, usam lá agora! Quando se utilizam escolas e bibliotecas como paióis e bases de lançamento de rockets é sem querer. Olha, acontece... Era o que estava mais à mão e tal...

É evidente também que é no melhor interesse das crianças que se lhes proporciona uma esmerada educação em cultura da morte e da violência, tornando-os seres alienados e acríticos.

Depois de nos acusar a todos de sermos "cold hearted bastards", segue a banda. Cito: "O Hamas é um movimento de resistência, político, social e religioso, permeado de uma violência intrínseca, típica dos guetos e dos gangues (foram gerados em cativeiro, humilhação e privação)(...)". Começo a sentir náuseas, não sei se consigo chegar ao fim. Minha cara, a resistência - seja política, social ou religiosa - não implica necessariamente a total liquidação física do adversário. Que é o objectivo, nada escondido, do Hamas. Por isso, são um grupo de assassinos terroristas, cujo alvo preferencial são os israelitas (civis ou militares, não faz diferença, desde que sejam muitos e mortos). Ao contrário da autora, não comungo da opinião que haja uma violência intrínseca aos cativos, humilhados e privados. Mas isto sou eu, que não faço juízos morais baseado na proveniência social das pessoas. Já a Clarinha saberá com que linhas se cose...

 

As maiores vítimas são, de facto, as crianças. Mas não são apenas vítimas das bombas israelitas (das quais poderiam estar a salvo, como estão as crianças israelitas das bombas do Hamas, se não tivessem um valor igual a zero para os radicais que, desgraçadamente lhes governam o destino). Elas são, sobretudo, vítimas de uma sociedade asfixiante, controladora, violenta e na qual os direitos das crianças não têm nenhum significado. Uma sociedade que lhes ensina que morrer e matar é bom e aconselhável, que lhes incute um ódio de morte a outros seres humanos.

 

Para finalizar, deixo-vos um pequeno excerto do bonito e educativo programa infantil para as crianças da Faixa de Gaza. Uma coisinha fofa, ao nível dos Teletubbies:

 

 

 

publicado por bmptavares às 03:33
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Domingo, 11 de Janeiro de 2009

Podia ficar por lá...

«Foi uma experiência muito impressionante, não tanto por causa das bombas que Israel continuou a lançar na zona onde estávamos, durante o período de tréguas, mas fundamentalmente pela forma como aquele povo reagiu», disse, destacando a «capacidade humana» dos habitantes locais em conseguir viver com as bombas, num «estado quase permanente de guerra».

O bloquista, que atravessou a fronteira palestiniana com outros sete elementos da delegação não oficial, mostrou-se ainda impressionado com a «felicidade» de crianças e mães ao «verem que alguém de fora tinha finalmente conseguido furar o bloqueio a que aquele povo está sujeito».

Durante o pouco tempo que esteve em Gaza, o eurodeputado assistiu à distribuição e racionamento de alimentos das Nações Unidas e ao transporte de doentes, explicando que os feridos mais graves estão a ser transferidos, «durante o período de tréguas», dos hospitais de Gaza para o Egipto.

Miguel Portas criticou ainda a ofensiva israelita em Gaza, considerando que «não é possível obter uma vitória militar para resolver o problema do Hamas», sobretudo porque em três semanas de ataques o conflito já provocou mais de 870 mortos.

 

Este excerto foi retirado do site da TSF. Estas declarações são do género "tragam-me um balde para vomitar". Senhor eurodeputado: a "capacidade humana de conviver com as bombas" deve ser a mesma capacidade que os faz explodir juntamente com as bombas, de forma voluntária. O estado de guerra quase permanente foi criado pelos próprios, nomeadamente, ao ritmo de 70 rockets por dia em cima de um país soberano. Depois, deve ter ficado concerteza confuso por causa da mudança de temperatura: se, por um lado, Israel continuou a lançar bombas durante o período de tréguas, por outro é essa a altura escolhida para evacuar os feridos graves (negritos meus). Sou só eu a notar aqui alguma inconsistência? Por fim, o problema do Hamas é existir. E para resolver esse problema só acabando com ele.

Para terminar: é pena que o excelentíssimo senhor eurodeputado não tenha sido tão lesto em visitar as vítimas israelitas. Sabe, aquelas que estão calmamente sentadas numa esplanada e, segundos depois, já não estão, porque um lunático lhes espalhou as emtranhas pelo chão?

publicado por bmptavares às 20:27
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São tão queridinhos, não são?

publicado por bmptavares às 20:09
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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

A Faixa de Gaza ou a Decadência da Europa

Como escreveu o filósofo Roger Scruton, vivemos numa "cultura de repúdio". O mundo Ocidental mas, particularmente a Europa, perdeu o sentido moral dos valores que a construíram. E a sua maior força tornou-se na sua mais clara fraqueza. Os desenvolvimentos culturais (no sentido mais abrangente da palavra) que se verificaram a partir do Iluminismo conduziram a Europa ao patamar da Liberdade e do Estado de Direito. Mas os próprios filhos do Iluminismo trataram de o enterrar. O relativismo conduziu-nos a uma sociedade que se empenha em repudiar a própria herança cultural, em minar conscienciosamente as bases nas quais se funda o nosso modo de vida.

 

Não devia haver dúvidas, interrogações ou adversativas sobre quem devia a Europa defender no conflito que opõe israelitas e palestinianos. De um lado está um movimento assassino que não distingue civis de militares (aliás, quantos mais civis liquidados, melhor), que utiliza os métodos mais baixos e inescrupulosos: mulheres e crianças usadas como escudos, escolas e outros edifícios públicos utilizados como paióis, ambulâncias como transporte de combatentes; que pratica o total desrespeito pelos seus próprios (casos de fuzilamento de adversários políticos); total desprezo pelos direitos humanos (as novas leis recentemente aprovadas são dignas de vómito, a vida humana tem um valor muito relativo); perpetuação de um ciclo de ódio e extremismo, inculcados nas crianças e jovens nas escolas e através da televisão. Não pode haver entendimento nem paz, enquanto existir um grupo que, simplesmente, defende a aniquilação total do inimigo e nem sequer lhe reconhece o direito à existência. Todas as tentativas de cessar-fogo serão apenas interregnos para que o Hamas se volte a organizar.

Convém não esquecer que  foi a população da Faixa de Gaza que elegeu este grupo para os governar. Desde então, a sua única preocupação foi armar-se para matar judeus. Não se construiu uma escola, um hospital, não se criaram empregos nem fábricas. Também é óbvio que não foi para isso que foram eleitos...

Do outro lado está uma democracia (a única na região, diga-se) que connosco partilha valores e princípios, não apenas religiosos mas, sobretudo, valores de liberdade, de respeito pela diferença, de respeito por aquilo que consideramos os direitos mais básicos. Um país que, apesar de todas as circunstâncias, se distingue em diversas áreas: medicina, tecnologia, agricultura. Israel está rodeado de países que, no máximo, toleram a sua existência e, ainda assim,  floresce. Isto não significa que fechemos os olhos aos eventuais excessos de Israel. Significa apenas que podemos ficar descansados, que eses excessos nãos serão tolerados pelos próprios israelitas e pelas suas instituições democráticas, pela sua comunicação social independente.

E, no entanto, o europeu comum está mais disposto a defender os palestinianos do que os israelitas, contra tudo o que é a sua tradição.

 

O mundo da comunicação social ocidental e a forma como apresenta os factos, contamina o mundo da política e vice-versa. E daqui saem ramificações que se estendem aos artistas, aos intelectuais, a todos, disseminando imagens distorcidas da realidade. Ao contrário daquilo que se grita nas ruas europeias nós não "somos todos palestinianos". Ao contrário, nós somos todos judeus. Existisse um pouco mais de honestidade e talvez se percebesse que o que ali está em causa não é apenas a luta pelo território. É uma luta muito mais abrangente e funda. É uma luta entre culturas diferentes, que entendem o mundo e os homens de forma distinta. Uma luta entre a liberdade e o despotismo e o  ciclo vicioso da miséria. Os palestinianos têm direito à sua independência e dignidade. Isso depende mais deles próprios do que dos tanques de Israel. Infelizmente, não o percebem. A diferença entre Israel e o Hamas é muito grande, em termos de meios militares, mas é ainda maior no que respeita aos valores.

 

E quando se chega a isto não pode haver dúvidas sobre que lado escolher. Desgraçadamente, o Ocidente está disposto a esquecer a sua melhor tradição e a curvar-se perante aqueles que anseiam pela sua destruição, em nome de um relativismo que se crê progressista e humanista mas que, na sua senha cega e descontrolada, perdeu já há muito a qualidade moral do verdadeiro progresso e humanismo. A herança que a Europa deixou ao Mundo morreu na sua própria casa. E arrasta-nos para o fundo com ela.

publicado por bmptavares às 03:26
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