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Quarta-feira, 31 de Março de 2010

O Incrível Hulk

Acho graça a esta história do Hulk (curiosa alcunha). Se bem percebo há uma relação directa entre o facto do moço ter estado sem jogar durante 12 jogos e as prestações do FCP. Bem, os outros jogadores do clube devem estar mesmo satisfeitos com tanto apreço pelo seu trabalho...

publicado por bmptavares às 02:52
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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

É muita fruta

A notícia já tem alguns dias mas só agora tenho oportunidade de deixar um breve comentário. Refiro-me às escutas a Pinto da Costa, divulgadas na internet. Normalmente, deixaria um link mas recuso-me a divulgar uma vergonha nacional. Se quiserem vão ao Youtube e procurem. Sim, uma vergonha. É que - bolas! - nem na corrupção desportiva nós temos sorte. Realmente, cada país tem os corruptos que merece: umas criaturas mal amanhadas, que falam um dialecto que não anda longe do grunho e que se deixam corromper à conta de umas putazinhas de quinta.

publicado por bmptavares às 03:44
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Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Blá, blá, blá...

As poucas palavras balbuciadas em "portunhol" por Cristiano Ronaldo suplantaram em muito as tagarelices prolongadas dos comentadores e jornalistas.

Não há dúvida, malgré tout, vale mais encher estádios do que encher chouriços...

publicado por bmptavares às 01:55
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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

CR1 000 000 000

 

O assunto mais falado dos últimos tempos foi a contratação de Cristiano Ronaldo pelo Real Madrid e afins: a suposta obscenidade dos valores envolvidos, a aparente obscenidade de Paris Hilton, a patente obscenidade da falta de gosto do garoto ou a emudecedora obscenidade do valor da cláusula de rescisão. Pois, tudo muito interessante... para o próprio. Sobre isto só me ocorre dizer: eu gastaria todo aquele dinheiro tão melhor do que ele...

 

publicado por bmptavares às 03:11
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Terça-feira, 24 de Março de 2009

Vamos à bola!

 

Declaração de intenções: sou benfiquista. O famigerado penalty não existiu? Não. E depois? Já houve tantos penalties que não existiram, foram marcados e alteraram o curso do jogo. Enquanto se perde tempo a discutir este assunto, esquece-se a questão essencial: aquela final da Taça da Liga é o espelho fiel do futebol português, actualmente. Ou seja, uma merda. Os jogos ou são uma espécie de batalha medieval em que o objectivo é dar sarrafada de meia-noite nos adversários e a bola é apenas um pretexto; ou são uma sensaboria jogada a meio-campo, em que os jogadores chutam para onde estão virados (geralmente para as pernas dos adversários) e comportam-se como matraquillhos. Passam-se jogos em que não se vê nem sombras de uma jogada consequente, uma estratégia bem desenhada. As balizas sofrem de um estranho fenómeno de encolhimento: não há maneira de as bolas entrarem. Bom, talvez ajudasse se REMATASSEM À BALIZA!!!! Os jogadores parecem perder totalmente o carácter e o brio profissional assim que entram em campo: como as balizas são pequenas, a única maneira de marcar golos é simulando faltas, discutindo com o árbitro todos os lances do jogo (mesmo os lançamentos laterais mais evidentes, os cantos mais flagrantes), nunca admitir que se cometeu uma falta sobre o adversário mesmo que ele apresente uma fractura exposta.

Por isso e por falta de dinheiro, os portugueses não vão aos estádios. O que, nas transmissões televisivas, consiste no bonito espectáculo das cadeiras vazias, já que as televisões fazem gala em que as câmaras não captem imagens dos poucos adeptos. Ouvimos então um tambor sincopado, a berraria das claques e mais nada.Temos assim estádios de 30 mil lugares com assistências de 3 mil. É mais ou menos como se tivessem construído o Maracanã no Liechtenstein. Já que falo nas televisões, aproveito para entrar nesse mundo à parte que é o dos jornalistas desportivos. Vestem bem. Demasiadamente bem: quero dizer, alguém vai à bola de fato e gravata (mas não um fato e gravata qualquer, uma coisa moderna, fina, de tecido sedoso e nó de gravata descomunal)? Eu até desculpava o péssimo gosto, se as intervenções fossem boas. Pois não são. Eu percebo que se tente nivelar o nível do entrevistador pelo do entrevistado mas assim já é demais. As flash interviews são uma montra de mediocridade, mau português e transpiração.

Os dirigentes dos clubes são ... bom, são o que são. Falam demais, dão-lhes demasiada importância, demasiado tempo de antena, demasiado dinheiro. Os clubes são geridos como mercearias, vão acumulando prejuízos e nada disso tem importância. Se os clubes fossem tratados como outras empresas,  a Primeira Liga já estava reduzida a dois ou três. No meio disto tudo, tenho pena dos árbitros. Homens simples, vestidos de amarelo (!), insultados por milhares, ludibriados pelos jogadores, pressionados por treinadores e dirigentes, com fama de ladrões, a vida não deve ser fácil. E ainda por cima ainda têm aquele problema de visão... Agora a sério: eles são o elo mais fraco desta cadeia. Não importa se os jogadores jogam mal, se os treinadores falham na estratégia, se os dirigentes falam antes dos jogos para os condicionarem; nem que tenha apenas um centésimo de segundo para decidir. O culpado é sempre o árbitro.

publicado por bmptavares às 02:32
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