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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Leituras

 

A minha leitura actual. Considerado pela crítica como uma das obras da década, este livro póstumo de Bolaño é uma obra de peso (literalmente, já que são mais de 1000 páginas).

Este romance segue uma linha que já tinhamos visto em Detectives Selvagens: se neste era a procura da poetisa Cesaria Tinajero, naquele é a busca do escritor Benno von Archimboldi. No entanto, em 2666, poderíamos falar em 4 livros distintos unidos por um fio ténue mas perceptível. 

Em minha opinião, a melhor característica de Bolaño é ser latino-americano sem parecer latino-americano. Ou seja, não segue os "cânones" . E, por isso, é original. Não há cá realismo mágico nem pantominices semelhantes. Apesar disso, nalguns trechos faz lembrar Borges (o que, neste caso, só o favorece). É, sem dúvida, um excelente livro e que se lê com uma rapidez surpreendente.

 

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publicado por bmptavares às 22:25
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