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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Estado Torto

Caro Eng.º Sócrates,

 

Com grande tristeza minha já não sou do tempo dos Magalhães, das fantásticas estatísticas sobre o ensino ou de outras extraordinárias modernidades proporcionadas por V. Exa.. Veja bem que eu ainda sou do tempo dos chumbos...

Ainda assim, aí pela escola primária (ainda não era ensino básico), num livrinho de Meio Físico e Social, aprendia-se que o Estado se apoiava em três poderes: legislativo (Parlamento), executivo (Governo) e judicial (Tribunais). Eu aprendi isto na 4ª classe, tinha para aí uns 10 anos. V. Exa. tem 50 e uma licenciatura pela Universidade Independente mas parece ter olvidado este simples facto. É o que posso deduzir destas suas afirmações:

 

"(...)não se pode aceitar a ideia de que o Parlamento aumenta a despesa, cria um problema orçamental, e depois o Governo a única coisa que tem que fazer é executar. A isso chama-se um governo da Assembleia. Espero que isso não aconteça".

 

publicado por bmptavares às 20:45
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Por falar em teorias da conspiração...

 

Sem comentários.

 

Aparentemente, este vídeo está a fazer grande sucesso na Internet. Realmente não vejo porquê. Afinal de contas, a senhora só se limita a debitar ideias recorrentes, de uma certa esquerda radical e anti-americana. Com um bocadinho de arte e engenho, ainda se atiram as culpas ao Bush...

publicado por bmptavares às 20:41
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Copenhaga 2009

Sejamos claros: o assunto das alterações climáticas sempre foi mais sobre política do que sobre meteorologia. É por isso que a próxima reunião em Copenhaga está a suscitar tanto interesse. Porque lá vai discutir-se política. Nada contra. Excepto um pequeno pormenor: sempre que a ciência se deixou instrumentalizar pela política a coisa deu mau resultado (estou a ser benevolente). Agora, encaminhamos-nos para isso. O que está realmente em causa não é a porcaria do gelo na Antárctida ou os ursos polares no Árctico. O que está em causa é uma valente machadada nas liberdades dos cidadãos: controlo dos mercados livres, taxação das nações mais ricas (para não lhe chamar extorsão) e de todas as suas transacções financeiras, regulação dos assuntos económicos e ambientais de todas as nações e confiscação e extinção de todas as patentes e direitos de propriedade intelectual. Teoria da conspiração? Talvez. Todos temos direito a acreditar numa, de vez em quando.

publicado por bmptavares às 20:30
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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Apaga-se o fogo com gasolina

Diz o Senhor Ministro das Finanças que "o aumento do endividamente visa tão somente cobrir a falta de receita". Quando falamos de aumento de endividamento, estamos a falar de pouco mais de 4.900 milhões de euros (peanuts portanto).

Agora, a ver se percebi: não há dinheiro para cobrir as despesas que já estavam orçamentadas, por isso o governo apresentou um orçamento rectificativo e, consequentemente, pediu um pouco mais de dinheiro, certo? O essencial da questão é NÃO HÁ DINHEIRO. Ao mesmo tempo prometem-se o TGV, a terceira travessia do Tejo, auto-estradas - quem sabe uma ponte a ligar o continente à Madeira? My point: NÃO HÁ DINHEIRO mas vai continuar a gastar-se como se houvesse. Será que nós - os cidadãos comuns - podemos seguir a mesma política?

publicado por bmptavares às 02:07
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Descontrolo

É preciso aumentar impostos para controlar o défice? Mas então, em Setembro, mesmo antes das eleições, o Governo não garantia a pés juntos que as contas públicas estavam controladas? Bem, se calhar descontrolaram-se em 2 meses...

publicado por bmptavares às 02:04
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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Quando a Arte era Arte LXII - Pintura

Paisagem ao luar (1809)

Washington Allston

Museum of Fine Arts (Boston)

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publicado por bmptavares às 01:46
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Sinto uma fria corrente de ar...

(...) Numa das frases, alegadamente escrita por Phil Jones, responsável pela unidade de estudos climáticos da Universidade de East Anglia, pode ler-se a necessidade de "esconder a descida das temperaturas".

 

A coisa até já tem nome - Climategate. Aparentemente, as eminências científicas do aquecimento global dedicavam-se com afinco, em particular, a espezinhar qualquer resquício de boas práticas científicas e, em geral, a fazerem de (alguns) nós parvos. Talvez por ter tido formação na área das ciências, sinto um particular desprezo por essa gentalha que utiliza o bom nome da ciência para alcançar os seus objectivos pessoais. Nesses e-mails e ficheiros reconhece-se claramente que foram recolhidos dados errados através de práticas também erradas; que, no limite, os dados foram alterados directamente ou através do que as criaturas candidamente chamam de "truques"; que, noutros casos, os dados foram simplesmente apagados; que houve interferências no chamado peer-review (genericamente, os artigos publicados em revistas científicas são revistos por colegas); que, como na vida real, a grande mola é o vil metal.

 

ecotretas.blogspot.com/2009/11/rolo-compressor-de-verdades.html

 

www.jornaldenegocios.pt/index.php

 

publicado por bmptavares às 01:27
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O Polvo

Numa recente entrevista ao Correio da Manhã, António José Saraiva, director do jornal SOL, faz acusações demasiado graves para serem ignoradas. Segue um excerto bastante esclarecedor:

 

José António Saraiva Recebemos dois telefonemas, por parte de pessoas próximas do primeiro-ministro, dizendo que se não publicássemos notícias sobre o Freeport os nossos problemas se resolviam.
CM – Que problemas?
José António Saraiva – Estávamos em ruptura de tesouraria, e o BCP, que era nosso sócio, já tinha dito que não metia lá mais um tostão. Estávamos em risco de não pagar ordenados. Mas dissemos que não, e publicámos as notícias do Freeport. Efectivamente uma linha de crédito que tínhamos no BCP foi interrompida.

(...)
Na altura quem tinha o dossiê do ‘Sol’ era o Armando Vara, e nós tínhamos a noção de que ele estava em contacto com o primeiro-ministro. Portanto, eram ordens directas.
CM – Do primeiro-ministro?
AJSNão temos dúvida. Aliás, neste processo ‘Face Oculta’ deve haver conversas entre alguns dos nossos sócios, designadamente entre Joaquim Coimbra e Armando Vara.
CM – Houve então uma tentativa de ataque à liberdade de imprensa?
AJSHouve uma tentativa óbvia de estrangulamento financeiro. Repare--se que a Controlinveste tem uma grande dívida do BCP, e portanto aí o controlo é fácil. À TVI sabemos o que aconteceu e ao ‘Diário Económico’ quando foi comprado pela Ongoing – houve uma mudança de orientação. Há de facto uma estratégia do Governo no sentido de condicionar a informação. Já não é especulação, é puramente objectiva. E no processo ‘Face Oculta’, tanto quanto sabemos, as conversas entre o engº Sócrates e Vara são bastante elucidativas sobre disso.»
publicado por bmptavares às 01:21
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Sábado, 21 de Novembro de 2009

Quando a Arte era Arte LXI - Pintura

O Recém-Nascido (c.1645)

George de La Tour

Museu de Belas Artes (Rennes, França)

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publicado por bmptavares às 02:33
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A choldra

Temos os piores indicadores económicos de sempre: desemprego em alta e sem previsão de baixar nos próximos anos; défice descontrolado; endividamente externo estratosférico; dívida pública idem; péssimas perpectivas para depois da crise. Nos últimos anos temos descido em todos os indicadores internacionais: índice de desenvolvimento humano, corrupção, PIB, qualidade de vida, liberdade de imprensa, etc.. Temos o Primeiro Ministro com o precurso mais nebuloso da história da democracia (licenciatura, casas da Covilhã, apartamento em Lisboa, Cova da Beira, Freeport, Face Oculta). Temos o Governo que mais prejudicou a liberdade de expressão, desde o 25 de Abril, (com a possível mas nada honrosa excepção dos governos do PREC). E ainda assim, não mostramos uma ponta de indignação, de descontentamento. Realmente vivemos numa choldra. Mas não damos um passo para sair dela.

publicado por bmptavares às 02:23
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