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Terça-feira, 16 de Março de 2010

Um certo decoro

No último Sábado, houve reunião de Conselho de Ministros para armar ao pingarelho. Eu não aprecio exercícios de demagogia mas, de facto, faz uma certa impressão ver a frota de automóveis dos senhores ministros. Sempre defendi que as figuras do Estado devem rodear-se de uma certa dignidade. Mas, num momento de aperto colectivo, seria realmente indispensável tamanha ostentação? É que basta reparar para as matrículas para percebermos que a maioria dos automóveis são bastante recentes...

publicado por bmptavares às 03:52
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1 comentário:
De Fulano a 17 de Março de 2010 às 15:34
Há uns anos foi notícia em Portugal o facto do ministro dianamarquês do ambiente se deslocar de bicicleta para o seu ministério. A dignidade no norte tem a ver com atitudes no sul com cilindradas.
Há pouco tempo li algures que aproximadamente só 40% dos membros do governo sueco teriam um curso superior. OH SUPREMA INDIGNIDADE!!!
P.S. também lembro a tinta que correu a propósito da maneira de vestir do juiz Rui Teixeira do caso casa Pia. Também se clamou contra a falta de dignidade da sua aparência.
Os certamente DIGNÍSSIMOS, se o critério é a roupa e as cilindradas, membros da banca mundial dão o exemplo da relação dignidade/aparência/acção:
« O máximo responsável da ONU pelo combate ao crime e ao tráfico de droga, o italiano Antonio Maria Costa, acusou o sistema financeiro de ter recebido dinheiro sujo como forma de resolver os problemas de liquidez que enfrentava. "Os empréstimos interbancários foram financiados por dinheiro vindo do tráfico de droga e outras actividades ilegais", acusou ontem em declarações ao "Observer". Ao todo, calcula em 352 mil milhões de dólares (240 mil milhões de euros) o capital ilícito que terá entrado no sistema financeiro durante a crise.

Segundo o mesmo responsável, a ONU já viu provas de que o único "investimento líquido de capital" que foi disponibilizado a alguns bancos veio de gangues de crime organizado, algo para o qual foi alertado por agências de combate ao crime há cerca de 18 meses. "Em muitos casos, o dinheiro da droga era a única liquidez disponível. Na segunda metade de 2008, a falta de liquidez era o maior problema do sistema bancário, logo ter liquidez em capital tornou-se um factor muito importante", salientou ao jornal britânico. Antonio Maria Costa revelou que algumas das provas a que o seu departamento teve acesso mostram que muito deste dinheiro sujo foi mesmo aproveitado para salvar algumas instituições financeiras em risco devido ao congelamento dos empréstimos interbancários. "Há alguns sinais que alguns bancos foram assim salvos", acusa sem pruridos, negando-se porém a nomear bancos ou países que possam estar envolvidos. "O dinheiro faz agora parte do sistema e já foi lavado", aponta mesmo.

"Houve um momento, no ano passado, quando o sistema paralisou devido à falta de vontade dos bancos em emprestar dinheiro ao resto do sector. A progressiva reliquidação do sistema, e consequente melhoria de alguns bancos, veio tornar o problema menos sério do que chegou a ser", referiu o Czar anticrime da ONU, conforme o "Observer" chama Antonio Maria Costa. Segundo estudos da ONU, Grã-Bretanha, Suíça, Itália e Estados Unidos são ser os mercados mais utilizados para lavagens de dinheiro.

Portugal exemplar Questionado pelo i a propósito das acusações da ONU ao sistema bancário, António de Sousa, presidente da Associação Portuguesa de Bancos, refere que "Portugal é considerado um dos países que cumpre de forma rigorosa todos os aspectos ligados ao branqueamento de capitais". E lembrou ainda a existência de "estudos realizados por organizações internacionais" que atribuem ao país "a melhor classificação nesse âmbito e referem que o nosso país respeita integralmente todas as regras impostas a nível internacional de forma exemplar".

Já a associação britânica de bancos exigiu a apresentação das provas referidas pela ONU.

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